Apostas em criptomoedas dificultam rastreamento em investigação envolvendo o Fluminense

Um relatório da Sportradar, empresa contratada pela FIFA para monitorar a integridade das competições, identificou um volume suspeito de apostas relacionadas ao cartão amarelo recebido por Lucho Acosta na partida entre Fluminense e Bragantino. Diante do alerta, a CBF abriu uma investigação para apurar o caso.
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O meia argentino passou a ser alvo da apuração após uma movimentação considerada atípica na plataforma Stake. A casa de apostas detectou um volume anormal de apostas para que Lucho Acosta fosse advertido com cartão amarelo e comunicou o caso à Sportradar, responsável pelo monitoramento do Campeonato Brasileiro. A informação foi divulgada inicialmente pelo site UOL.
Segundo o UOL, foram identificadas apostas realizadas com criptomoedas, o que dificulta o rastreamento e a identificação dos apostadores. O caso ainda está em fase preliminar de apuração, antes da abertura de uma investigação formal. Além da CBF, órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público e o STJD foram comunicados sobre a ocorrência.
Lucho Acosta recebeu o cartão amarelo nos acréscimos da partida, após trocar empurrões com um adversário. Os minutos finais do confronto foram marcados por uma confusão generalizada, que resultou em novas advertências para outros jogadores.
Fluminense
O Fluminense retornou ao Rio de Janeiro após o empate com o Grêmio e terá dois dias de treino antes de enfrentar o Bahia, na próxima quarta-feira (29), no Maracanã.
John Kennedy segue como desfalque por cumprir suspensão de dois jogos imposta pelo STJD. O confronto é uma disputa direta na parte de cima da tabela. Em caso de vitória, o Bahia ultrapassa o Fluminense na classificação.



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