
Presidente do Fluminense explica fala polêmica: “Minha preocupação foi acrescentar ao debate outra dimensão social”

O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, na última terça-feira (3), uma audiência pública para discutir os impactos da medida provisória que proibiu as apostas no país. Convidado pelo ministro Luiz Fux, Mattheus Montenegro, presidente do Fluminense, discursou por dez minutos e teve uma fala considerada polêmica. Diante da repercussão negativa, o dirigente se explicou por meio das redes sociais.
🔎 Leia mais
- Após queda na Libertadores, Thiago Silva pede apoio da torcida do Fluminense no Brasileirão: “Mantenham a fé na nossa equipe
- Presidente do Fluminense discursa em audiência sobre MP das Bets: “É impossível se adequar”
A medida provisória que proibiu as bets no Brasil segue gerando debates no futebol brasileiro. Durante a audiência em Brasília, Mattheus Montenegro criticou a forma como a decisão foi tomada. Segundo o presidente, a falta de tempo para adaptação pode provocar desemprego na cadeia do futebol, especialmente nos clubes menores.
“O drama de uma família endividada não pode ser maior do que o drama de uma família que vai ter que sofrer os efeitos do desemprego, que é o que vai acontecer na cadeia do futebol, especialmente das agremiações menores com base nessa perda de receita”, declarou Mattheus.
A declaração viralizou nas redes sociais e recebeu diversas críticas. Páginas, portais de notícias e políticos envolvidos no tema se manifestaram negativamente sobre a fala do presidente do Fluminense.
Diante da repercussão, Mattheus se pronunciou nas redes sociais. O dirigente reafirmou que considera necessário estabelecer um prazo maior de adaptação para medidas de proibição, a fim de minimizar os impactos financeiros. Confira o pronunciamento na íntegra:
A audiência pública desta terça-feira (3) não altera a validade da medida provisória nem representa uma decisão definitiva sobre o tema. Após ouvir os participantes, o ministro Luiz Fux, relator das ações contra a MP no Supremo Tribunal Federal (STF), vai analisar os argumentos apresentados e avaliar os pedidos submetidos à Corte. A medida provisória também seguirá sua tramitação no Congresso Nacional.



Publicar comentário